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ano 2021

Caros Associados,

Conforme solicitado, vimos por este meio partilhar a gravação da reunião do dia 02 de Fevereiro de 2021 sobre o Ponto de Situação do Processo PT/Oi, onde foram abordados diversos assuntos, entre os quais a acusação do Ministério Público no âmbito do processo GES / Grupo Portugal Telecom.

Aproveitamos para informar caso pretendam fazer parte da Associação ALOPE e assim verem-se representados na Petição à Assembleia da República, com a Nota de Admissibilidade nº 115/XIV/1.ª, poderá efetuar a sua inscrição através do link: https://alope.pt/inscricao/

ACESSO AOS LINKS/DOCUMENTOS:

Juntos seremos mais fortes!
A Direção da ALOPE.

Publicado em 04 de fevereiro de 2021

Deutsche Bank investiga venda enganosa de produtos de banca de investimento em Portugal

Embora o Projeto Teal se tenha concentrado inicialmente em Espanha, o âmbito da investigação foi posteriormente alargado ao resto da Europa, mas o Deutsche Bank acredita que apenas os clientes de Espanha e Portugal foram afetados, diz o FT que cita fontes.

Publicado em 26 de janeiro de 2021

ano 2020

Caros Associados,

Lamentamos este período de ausência de informação. 

Necessitávamos de ter certezas para que não se criem falsas expectativas, principalmente no que diz respeito a assuntos tão delicados.

Assim, vimos por este meio rogar a todos os membros da ALOPE que leiam com muita atenção a petição da ALOPE á Assembleia da Republica em nome de todos, afim de obtermos uma resolução que vise acabar com o litígio que nos opõe ás entidades financeiras que nos privaram das  nossas poupanças.

Podem consultar a petição pública na íntegra através do link: 

https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT95824

Ou através da consulta do documento da petição: https://bit.ly/2U7bzsU

Agradecemos que partilhem ao máximo a petição de forma a atingirmos o mais rápido possível as 4000 assinaturas (já temos 3000).

Quem já assinou a petição e nos enviou em formato papel, não deverá fazê-lo novamente. Pode sim, partilhar ao máximo entre todos os conhecidos e amigos, redes sociais para alcançarmos as 4000 o mais rápido possível.

Lembrem-se que os subscritores não têm de ser Lesados!

Como já é publico, petições com 4000 ou mais assinaturas são obrigatoriamente discutidas em plenário na Assembleia da República.

Teremos 3 ou 4 audições na Comissão de Orçamento, Finanças e Modernização Administrativa, para defendermos os nossos argumentos, prévio à discussão da petição.

Resumidamente:

1) A mediação existente em Portugal, nomeadamente a disponibilizada pela CMVM não funciona. Em Janeiro de 2019 acionamos o mecanismo. Após dezenas de requerimentos e de reuniões, os bancos negaram-nos qualquer tipo de acordo ou negociação extrajudicial. Pese embora considerarmos o mecanismo de arbitragem da CMVM como uma ferramenta útil, a natureza de persuasão moral e não obrigatória, deixa-nos num papel de fragilidade dado a pouca abertura dos bancos em reconhecer a sua culpabilidade no processo.

2) Consideramos de vital importância, criar um verdadeiro mecanismo de resolução extrajudicial de litígios de índole financeira em Portugal. A mediação que envolva instituições financeiras tem de ser obrigatória e não voluntária;

3) Solicitamos a criação de um tribunal “ad hoc” para resolver definitivamente o problema dos lesados da PT/Oi, à semelhança do que aconteceu com a criação da comissão especial da Ordem dos advogados para as Associações de lesados do BANIF;

4) Defenderemos com unhas e dentes a necessidade de alterar o sistema inócuo existente para resolução de litígios. Queremos unir os partidos da AR na aprovação de um projeto de resolução que vá de encontro ás nossas pretensões;

5) Queremos instituir em Portugal a figura do provedor do investidor;

Podemos adiantar que, tal como aconteceu com a Ordem dos Advogados no caso dos Lesados do BANIF e da Venezuela, já temos uma instituição disponível para acolher o tribunal Ad Hoc para a PT OI. Não estamos ainda autorizados a revelar o nome. Esta mesma entidade acompanhar-nos-á em todo o processo, inclusive nas audições na COFMA.

Juntos seremos mais fortes!
A Direção da ALOPE.

Publicado em 30 de janeiro de 2020

ano 2019

ALOPE pede mediação da CMVM no conflito com bancos

A Associação de Lesados em Obrigações e Produtos Estruturados (ALOPE) pediu a mediação da Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) no conflito que opõe a associação, que representa pequenos investidores detentores de Credit Linked Notes (CNL) relacionados com a PT Finance (PTIF), aos bancos. “Na prossecução dos objetivos da ALOPE, em prol de todos os lesados da PT, ansiamos que a cooperação com a CMVM (onde estamos inscritos como Associação de defesa de investidores) augure encontrar uma solução que permita mitigar os danos (patrimoniais e psicológicos) infligidos aos lesados que investiram em produtos relacionados com a ex-PT, bem como, restabelecer a confiança no sistema financeiro português”, diz Francisco Mateus – Presidente da ALOPE, que representa investidores com cerca de 200 milhões de produtos obrigacionistas e CNL relacionados com a PT Finance. 
Publicado em 11 de janeiro de 2019



ano 2018

Petição Pública | Assembleia da República

A ALOPE – Associação de Lesados em Obrigações e Produtos Estruturados (https://alope.pt) está a realizar uma Petição à Assembleia da República para proteção dos lesados PT/OI.

No dia 12 de Janeiro de 2018 foi aprovado na Assembleia da Republica o Projeto de Resolução n.o 1228/XIII/3a, que poderá ser consultado no link: https://bit.ly/2qDZZpM

Recomenda ao Governo que parametrize a resolução da problemática dos lesados não-qualificados.

Através do modelo disponível aqui: https://bit.ly/2qDRpqS, poderão imprimir as vezes que sejam necessárias.

A petição deverá ser remetida, via correio, para a morada:
ALOPE – Associação de Lesados
Rua São Miguel Arcanjo, 149 – 3ºESQ.
4450-585 Matosinhos

Com os melhores cumprimentos,
A Direção da ALOPE.

Publicado em 17 de abril de 2018

Minuta para desbloqueio de Obrigações

Recomendações:
Todos os credores que pediram o bloqueio e por qualquer razão não assinaram o PAC deverão enviar minuta de solicitação devidamente preenchida para ld-bondholders@oi.net.br.
Todos os que fizeram só agora a individualização e o BANCO, sem qualquer pedido e/ou solicitação do cliente, bloqueou as obrigações. Nestes últimos sugerimos que antes deste pedido faça reclamação ao Banco para reverter a situação e entreguem a solicitação devidamente preenchida no próprio banco.

Publicado em 11 de abril de 2018

ALOPE – Registo CMVM

“Exmos. Senhores,
Vimos por este meio notificar V. Exas. que no seguimento do V. pedido de registo de dia 11/01/2018, o Conselho de Administração da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários deliberou (…) conceder o registo da ALOPE, com efeitos a partir de 17 de fevereiro de 2018.

Continuaremos na luta ainda mais fortes!

Publicado em 12 de fevereiro de 2018

Lista de Bondholders – Pessoa Física

Consulta da lista de bondholders – pessoa física para individualização do direito de voz e voto na AGC.

Publicado em 10 de fevereiro de 2018

Reunião com Obrigacionistas: 21 Março no Porto e 22 Março em Lisboa

A Direção da ALOPE e a Vieira Advogados irão promover a realização de duas reuniões com o objetivo de detalhar os procedimentos necessários para os interessados.

Publicado em 17 de março de 2018

Acesso à Plataforma opção de pagamento do Grupo Oi

O escritorio de advogados WALD (administrador judicial da Oi) voltou a confirmar-nos ao telefone que:

1) Quem aderiu ao PAC e detém valores até 13000€, receberá em dez dias úteis os 10% em falta, recuperando totalmente o dinheiro investido.

2) Quem aderiu ao PAC e detém valores superiores a 13000€,receberá os 10% em dez dias úteis( até 13000€) e terá de escolher uma opção de pagamento para o remanescente. Não necessita de individualizar créditos.

A plataforma através do link 
https://www.credor.oi.com.br/Login ainda não está disponível para Obrigacionistas Portugueses.

Publicado em 07 de fevereiro de 2018

Negócios explica os planos dos lesados da PT para recuperar a dívida

A associação que representa os lesados da PT está a trabalhar em várias frentes para tentar recuperar parte da dívida. A jornalista do Negócios Sara Ribeiro explica os novos planos da Alope.

Publicado em 19 de fevereiro de 2018

Esclarecimentos aos Credores

O Grupo Oi requereu o pedido de recuperação judicial em 20 de junho de 2016, com base na Lei de Recuperação Judicial e Falências (Lei nº 11.101/2005), cujo processamento foi deferido em 29 de junho de 2016, pelo Juízo da 7ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Estado do Rio de Janeiro (Processo nº 0203711- 65.2016.8.19.0001).

Publicado em 09 de fevereiro de 2018

Os planos dos lesados da PT para recuperar a dívida

A associação que representa os lesados da PT está a trabalhar em várias frentes para tentar recuperar parte da dívida. A jornalista do Negócios Sara Ribeiro explica os novos planos da Alope.

Publicado em 20 de fevereiro de 2018

Escolha de credores da Oi

“Os preenchimentos são confusos e, por isso, temos estado a ajudar, mas o processo correu dentro da normalidade”, disse à agência Lusa o presidente da Associação de Lesados em Obrigações e Produtos Estruturados, Lesados PT/Oi (ALOPE)

Publicado em 08 de março de 2018

 

Procedimentos para opção de pagamento
no plano de recuperação judicial da Oi

Procedimentos Finais para eleger opção de pagamento previstas no plano de recuperação judicial da Oi (prazo termina às 23:59, Brasília GMT, dia 26 de fevereiro de 2018).

Publicado em 09 de fevereiro de 2018

 

Oi diz que assembleia da Pharol foi irregular

Depois de alguns accionistas, entre eles a Pharol, terem deliberado em assembleia geral extraordinária a mudança de presidência da Oi, a empresa vem agora dizer que não é uma reunião válida.

Publicado em 09 de fevereiro de 2018

 

Banco de Portugal escondeu buraco de 954 milhões em empresa do GES

O Banco de Portugal não divulgou as conclusões de uma auditoria que apurou que a Rioforte, empresa do universo do Grupo Espírito Santo (GES), tinha um buraco financeiro de 954 milhões de euros.

Esta é a conclusão de uma investigação feita pela SIC e divulgada no Jornal da Noite desta terça-feira.

De acordo com a pesquisa do jornalista Pedro Coelho, o Banco de Portugal pediu uma auditoria às holdings do GES, no terceiro trimestre de 2013. Essa primeira análise concluiu que a Rioforte, uma das sociedades do Grupo, tinha um capital positivo de 930 milhões.

Publicado em 07 de fevereiro de 2018

 

“À noite todos os gatos são pardos”

A Reportagem Especial regressa aos buracos ocultos do Grupo Espírito Santo, em que são detalhadas as consequências da destruição silenciosa da Rioforte, o universo não financeiro do grupo de Ricardo Salgado. O GES destruiu a Rioforte e o Banco de Portugal acompanhou esse processo de destruição e ficou a conhecê-lo ao pormenor. 

As consequências para a banca e para o mercado revelaram-se devastadoras. A instituição liderada por Carlos Costa nunca deu o alerta e, mais do que isso, sabendo que a Rioforte estava falida, assegurou que a empresa não oferecia quaisquer riscos. 
Publicado em 06 de fevereiro de 2018
 

ano 2017

CMVM admite a lesados da PT/Oi que banco Best falhou na prestação de informação.

Lusa, 14 de Julho de 2017

A CMVM considera que o banco Best não cumpriu na totalidade os deveres de intermediário financeiro na venda de produtos financeiros estruturados da PT/Oi, numa carta enviada aos clientes que se consideram lesados, a que a Lusa teve acesso.

“No âmbito da Reclamação apresentada por V. Exa. junto desta Comissão contra o Best (…), a CMVM tem a informar que procedeu à análise da situação exposta por V. Exa., não tendo ficado demonstrado que o BEST tenha cumprido com todos os deveres de informação pós-contratual a que estava obrigado”, lê-se na informação enviada pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários aos clientes que apresentaram reclamações.

O regulador dos mercados financeiros disse ainda que contactou o BEST para que este avaliasse a pretensão dos clientes de haver um processo de negociação para eventual compensação das perdas, mas diz que este não alterou a sua posição inicial de recusa.

Assim, diz a CMVM que “esgotou os meios ao seu dispor no sentido de persuadir o intermediário financeiro face à situação em causa”.

A instituição liderada por Gabriela Dias acrescenta, contudo, que continuará a investigar para saber se houve práticas que justifiquem a contraordenação do BEST na venda destes produtos ligados a dívida da PT e na informação que deveria ter prestado aos clientes após a venda, referindo que essa “se encontra em segredo de justiça até [eventual] decisão condenatória”, tal como exige a lei.

A Lusa contactou o presidente da ALOPE – Associação de Lesados da PT/Oi, Francisco Mateus, que explicou que esta posição da CMVM diz respeito aos produtos CLN-Credit Link Notes PT, comercializados por vários bancos.

O responsável pela associação que agrega cerca de 170 clientes (já ultrapassamos em muito os 200 associados!) que se sentem lesados – diz que esta posição do regulador é um “sinal” no sentido positivo, considerando que agora têm mais argumentos para chamar os bancos BEST, mas também Barclays e Deutsche Bank, que serviram como intermediários financeiros, “à barra dos tribunais” por incumprimento de deveres contratuais.

Estes clientes também querem processar outros envolvidos nestes produtos financeiros, como o Haitong Bank (ex-BES Investimento, que montou estes produtos, ao transformar obrigações da antiga Portugal Telecom em produtos estruturados complexos), os ex-administradores da PT, Zeinal Bava e Henrique Granadeiro, e até administradores da Oi.

Os produtos financeiros em causa são produtos estruturados complexos relacionados com dívida da antiga Portugal Telecom e que viriam a estar subjacentes à operadora brasileira Oi com a fusão entre as duas empresas.

No ano passado, com a insolvência da Oi (que está agora em tentativa de recuperação,), estes produtos sofreram perdas consideráveis, na ordem dos 80% do montante investido, pelo que os clientes pediram negociação com os bancos que venderam esses produtos para encontrarem formas de serem compensados (caso do Best e do Deutsche Bank) e estão mesmo a avançar para tribunal.

Os clientes queixam-se de que irregularidades na venda dos produtos e que não lhes foi dada informação das implicações que a fusão PT/Oi tinha para os seus investimentos.

“Nunca houve informação [aos clientes] de que a PT International Finance tivesse passado para o universo da Oi, o produto na sua essência deixou de existir. A nossa entidade de referência deixou de ser uma empresa do universo PT, que todos conhecíamos, que investimos porque acreditávamos na empresa e que estava em Portugal, e passou a ser uma empresa que não conhecíamos e exposta ao mercado brasileiro”, disse em fevereiro Francisco Mateus.

O porta-voz da ALOPE afirmou que foi o pedido de recuperação judicial da operadora de telecomunicações brasileira Oi (a maior operadora de telefone fixo do Brasil e a quarta em rede móvel), que levou a perdas para estes investidores, já que foi considerado um “evento de crédito” pela Associação Internacional de ‘Swaps’ e Derivados (ISDA), com perdas para quem tinha produtos financeiros da empresa.

“Não fomos devidamente informados, ninguém sabia o que era um ‘evento de crédito’ até uma associação, a ISDA, ter considerado que era e fomos reembolsados em [apenas] 20%” do total investido, afirmou.

Ou seja, um cliente que investiu 100 mil euros nestes produtos recebeu apenas 20 mil. Há casos em que os clientes receberam ainda menos, pouco mais de 10%.

A ALOPE estimava, em maio, que o montante das perdas entre os seus associados é de “50 a 100 milhões de euros,”.

A Oi vendeu em 2015 a PT Portugal à empresa francesa Altice. A Pharol, antiga PT SGPS, detém cerca de 27% da operadora de telecomunicações brasileira Oi.

O Banco Best pertencia ao Banco Espírito Santo (BES) e ficou no Novo Banco, após a resolução daquele, em agosto de 2014.

Partilhar o artigo CMVM admite a lesados da PT/Oi que banco Best falhou na prestação de informação!

Esta notícia pode ser consulta em vários órgãos de comunicação social online:

http://observador.pt/2017/07/14/cmvm-admite-aos-lesados-da-ptoi-que-banco-best-falhou-na-prestacao-de-informacao/
https://www.rtp.pt/noticias/economia/cmvm-admite-a-lesados-da-ptoi-que-banco-best-falhou-na-prestacao-de-informacao_n1014730
http://www.jornaleconomico.sapo.pt/noticias/cmvm-admite-a-lesados-da-ptoi-que-banco-best-falhou-184973

Assembleia Geral

Os clientes lesados da PT/Oi aprovaram este sábado, 20 de Maio de 2017, a estratégia do advogado Nuno da Silva Vieira para tentar recuperar investimentos perdidos, que começa por identificar os responsáveis pelas perdas, que estimam entre 50 e 100 milhões de euros.

Publicado em 20 de Maio de 2017 

Lesados da PT/Oi

Queixam-se dos Bancos dificultar acesso a documentos.Mais de 200 clientes que compraram mais de 100 milhões de euros em produtos relacionados com dívida da PT queixam-se que o banco lhes tem dificultado o acesso aos documentos para protelar a ida destes para tribunal.

Publicado em 09 de Março de 2017 

Ações judiciais

A Associação dos Lesados da PT/Oi reúne-se este sábado em assembleia geral para discutir com os seus 100 associados a entrada de ações judiciais contra os bancos que lhes venderam dívida da PT alegando irregularidades na sua comercialização.

Publicado em 20 de Maio de 2017 

Operação Marquês

A Operação Marquês, no que toca à corrupção na PT, parece concluída com a responsabilização das duas figuras máximas do grupo.
Ricardo Salgado terá pago ao conjunto dos envolvidos uma quantia que ronda os 100 milhões de euros.

Publicado em 25 de Fevereiro de 2017 

Recuperar o dinheiro

Os cidadãos lesados reuniram no passado dia 20 de Maio, na cidade do Porto, em assembleia geral, para discutir como tentar recuperar o dinheiro perdido, em produtos relacionados com a dívida da Portugal Telecom.

Publicado em 20 de Maio de 2017 

ALOPE – Associação de Lesados

A ALOPE forma a associação e avançam em tribunal contra bancos.
Cerca de 100 clientes que investiram em produtos relacionados com dívida da PT estão a criar uma associação de lesados e vão processar os bancos que serviram de intermediários financeiros.

Publicado em 17 de Fevereiro de 2017